Tarifa Zero de Vargem Grande Paulista é referência para mais uma cidade na Grande São Paulo

Pioneira com o Tarifa Zero na Região Metropolitana, Vargem Grande Paulista serviu de referência para mais uma cidade implantar o sistema de ônibus de graça para todos. Dessa vez, foi o município de São Caetano do Sul que adotou o projeto e deve se tornar a 2ª da Grande São Paulo a liberar a catraca nas linhas municipais.

A Prefeitura de São Caetano do Sul, no Grande ABC, encaminhou à Câmara Municipal projeto de lei que estabelece o Tarifa Zero aos moldes de Vargem Grande Paulista. Caso os vereadores aprovem a proposta, a cidade passará a ter todas as linhas municipais com ônibus de graça para todos.

O modelo inovador de Vargem Grande Paulista, criado pelo prefeito Josué Ramos, inspirou diversas cidades pelo Brasil. Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, inclusive, consultou Josué Ramos para dar início aos estudos para formulação de projeto para também estabelecer o Tarifa Zero na maior metrópole do País e da América do Sul.

“Quando falamos que faríamos o Tarifa Zero muita gente torceu o nariz e disse que era impossível. Fomos lá e provamos que não só é possível, mas que o ônibus de graça é um sucesso e beneficia todos os setores do município. O número de  empregos cresceu, o comércio fatura mais e as pessoas mais que triplicaram o número de viagens nas linhas municipais. Ser essa referência para outros município é um grande orgulho e estaremos sempre à disposição dos prefeitos que querem transformar a vida das pessoas com o tarifa Zero”, declarou o prefeito Josué Ramos.

Cotia é mais um exemplo da grande influência que o Tarifa Zero exerce nas cidades. Com o sucesso na vizinha Vargem Grande Paulista, a Câmara da cidade aprovou este ano documento em que pede que a Prefeitura inicie estudos para também liberar as catracas no transporte municipal e oferecer ônibus de graça a todos.

Vargem Grande Paulista foi a primeira cidade da Região Metropolitana a implantar o Tarifa Zero, que é financiado pelo Fundo Municipal de Transporte, que tem como receita uma contribuição feita pelas empresas locais –  ao invés de pagarem o vale-transporte, elas repassam R$ 39,20 por funcionário ao município –, arrecadação com a publicidade nos ônibus, locação de lojas nos terminais e 30% do valor das multas de trânsito também complementam o custeio.

 

 

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