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Homem preso em campinas suspeito de feminicídio; vítima possuía medida protetiva anterior

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A Polícia Civil de Campinas, interior de São Paulo, efetuou a prisão de um homem de 29 anos nesta quinta-feira (6), sob suspeita de ter assassinado sua companheira. O corpo da vítima, Daniela Alves da Silva, de 33 anos, foi encontrado no dia 30 de outubro, em um barraco localizado no Jardim Santa Eudóxia, apresentando sinais de violência. O caso foi formalmente registrado como feminicídio.

De acordo com informações, Daniela mantinha um relacionamento com o suspeito há cerca de um ano. Testemunhas relataram que o casal vinha enfrentando desentendimentos frequentes. A Polícia Civil também revelou que a vítima possuía uma medida cautelar, no entanto, essa medida era direcionada a outro agressor, não ao atual suspeito.

O delegado Rui Pegolo, responsável pela Delegacia de Homicídios de Campinas, detalhou que o exame necroscópico realizado no corpo de Daniela apontou para uma fratura no osso hioide. Essa lesão indicou que a causa da morte foi asfixia por esganadura.

“Após constatar a materialidade do crime, realizamos diversas investigações no local e na região, buscando informações sobre o apelido e o nome do suspeito. Diante disso, a Polícia Civil solicitou um mandado de prisão temporária contra o companheiro da vítima. Hoje, conseguimos cumprir esse mandado, prendendo-o nas proximidades da casa de parentes, onde ele estava tentando se esconder”, explicou o delegado Pegolo.

Segundo o delegado, o suspeito, identificado como Escotte Ercules Sampaio Alvino, teria confessado a autoria do crime, alegando, porém, que agiu em legítima defesa após ser supostamente agredido com uma barra de ferro.

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“Essa alegação não encontrou respaldo na cena do crime, e testemunhas descartaram essa versão. O suspeito não apresentava sinais de ferimentos ou de defesa. Novas perícias serão realizadas para esclarecer os fatos. Após a análise dos laudos, esperamos concluir o caso em breve e solicitar a prisão preventiva do suspeito pelo crime de feminicídio”, concluiu Pegolo.

Fonte: g1.globo.com

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