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Yaras elogiam estrutura de Barueri para Circuito Mundial de Rugby

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A Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens, carinhosamente conhecida como “Yaras”, realizou um dia crucial de preparação em Barueri, no Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior, visando o desafiador Circuito Mundial de Rugby Sevens de 2026. A equipe, composta por atletas experientes e novos talentos, aproveitou a infraestrutura local para aprimorar suas táticas e condicionamento físico. Durante a jornada de treinamentos, o campo de rugby de Barueri recebeu elogios unânimes das jogadoras, destacando-se como um recurso valioso para a modalidade no país. Este período de concentração é fundamental para as Yaras, que buscam o retorno à 1ª Divisão do SVNS 2, enfrentando potências do rugby mundial em uma série de torneios que culminarão em uma etapa decisiva no Brasil.

Preparação estratégica e logística para o Circuito Mundial

Na quinta-feira (29), Barueri foi o palco de um intenso dia de treinamentos para a Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens. As “Yaras”, apelido que simboliza a coragem e a união das mulheres no rugby nacional, dedicaram-se a sessões de preparação que simularam as condições de jogo do Circuito Mundial de Rugby Sevens de 2026. Este circuito, que definirá o título do SVNS 2, é uma competição de altíssimo nível, e o Brasil tem como objetivo primordial reconquistar seu lugar na elite do rugby mundial. A escolha de Barueri para esta fase de aclimatação e treino não foi aleatória, mas sim uma decisão estratégica para garantir que as atletas tivessem acesso às melhores condições para a prática do esporte de contato. A dedicação da equipe foi notável, equilibrando um clima descontraído com o foco inabalável nos objetivos futuros.

Elogios à infraestrutura de Barueri

A infraestrutura oferecida pelo Campo de Rugby de Barueri, situado no Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior, no bairro Chácaras Marco, foi um dos pontos mais elogiados pelas atletas e pela comissão técnica das Yaras. A manager da equipe, Daniele Abreu, conhecida como Chachá, explicou a necessidade de um local adequado para treinos de contato, especialmente diante da manutenção do SPAC (São Paulo Athletic Club), em São Paulo. “Precisávamos de um campo para fazer realmente o jogo de contato”, afirmou Chachá, destacando a qualidade das instalações de Barueri. “Viemos para Barueri, onde a estrutura é muito boa: campo, vestiários, estacionamento. Valeu a pena ter nos deslocado até aqui.” Os vestiários amplos e o acesso facilitado complementaram a experiência positiva, reforçando a importância de cidades próximas à capital oferecerem apoio a modalidades como o rugby.

Aspirações no Circuito Mundial SVNS 2

O Circuito Mundial de Rugby Sevens de 2026 promete ser um desafio emocionante para as Yaras. A equipe brasileira enfrentará seleções de alto calibre como China, Espanha, Quênia, África do Sul e Argentina, em sua jornada para retornar à 1ª Divisão. Serão três etapas cruciais para a definição do campeão e para as aspirações do Brasil. A primeira fase acontecerá em Nairóbi, Quênia, nos dias 14 e 15 de fevereiro. Na sequência, Montevidéu, Uruguai, receberá a segunda etapa em 21 e 22 de março. A grande final, e talvez a mais esperada pelos fãs brasileiros, será sediada em São Paulo, nos dias 28 e 29 de março, no Estádio Nicolau Alayon, na Barra Funda. Este evento marcará o retorno de uma etapa decisiva do Circuito Mundial ao Brasil desde 2016, gerando grande expectativa entre a comunidade do rugby e o público em geral, que terá a oportunidade de torcer de perto pelas Yaras.

Composição da equipe e liderança feminina

A Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens é liderada pela neozelandesa Crystal Kaua, de 41 anos, que fez história ao se tornar a primeira mulher a comandar as Yaras, assumindo o posto que antes era ocupado pelo britânico Will Broderick. Sua liderança é um marco para o esporte e inspira a equipe. O elenco é composto por 24 jogadoras, representando diversas regiões do país, o que reflete a abrangência e o desenvolvimento do rugby feminino no Brasil. Entre as atletas, destacam-se nomes que brilharam nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, como Bianca Silva, Thalia Costa e Marina Fioravante, que trazem vasta experiência internacional. Ao lado delas, novos talentos estão em fase de transição para a equipe principal, como Mariele Moreira, integrando um “mix de atletas da nova geração”, como ressaltou a manager Daniele Abreu. Essa combinação de experiência e juventude é vista como um trunfo para as Yaras.

A visão das atletas: experiência e novas gerações

A união entre as diferentes gerações de atletas é um dos pilares da Seleção Brasileira Feminina de Rugby. As jogadoras mais experientes dedicam-se a compartilhar seus conhecimentos e vivências com as mais jovens, garantindo uma transição suave e o contínuo aprimoramento técnico do grupo. Este intercâmbio é vital para a evolução do rugby feminino brasileiro, permitindo que as novas atletas absorvam a cultura da seleção e o ritmo do rugby internacional. A manager Daniele Abreu destaca que essa mescla é fundamental para a construção de um time forte e coeso, capaz de enfrentar os desafios do Circuito Mundial com resiliência e inovação. A atmosfera de camaradagem e apoio mútuo foi palpável durante os treinos em Barueri, evidenciando o espírito coletivo que define as Yaras.

Barueri como portal de desenvolvimento do rugby

A estrutura de Barueri e o apoio logístico recebido foram amplamente elogiados pelas atletas. Marina Fioravante, 32 anos, fly-half com participações importantes como o 10º lugar em Paris 2024, destacou a relevância do município. “É sempre muito bom ter apoio de cidades próximas a São Paulo. Barueri é mais uma porta que se abre, o que é de extrema importância para desenvolver o rugby e permitir que o público conheça o esporte das Yaras.” Há seis anos na seleção, Marina também ressaltou a importância da mescla de gerações, afirmando que as veteranas “passam o que sabemos para as meninas que jogam desde pequenas, têm técnica e feeling, uma juventude cheia de vontade”. Sua expectativa é ser campeã, e ela espera que a comunidade, incluindo a de Barueri, compareça para torcer na etapa brasileira.

Mariele Moreira, de 20 anos, centro em fase de transição da seleção juvenil para a principal, também expressou sua gratidão e entusiasmo. “É ótimo para meu desenvolvimento: treinar, jogar e conhecer o mundo.” Ela elogiou a experiência em Barueri, descrevendo-o como “um espaço bonito, com muita natureza”, e destacou a união com as novas colegas. “São meninas com o mesmo propósito e com a energia lá em cima.” A perspectiva de Barueri se tornar um polo de apoio e desenvolvimento para o rugby nacional ganha força com esses depoimentos, evidenciando o potencial da cidade em contribuir para o crescimento da modalidade e o sucesso das Yaras.

Conclusão

A passagem das Yaras por Barueri representa um capítulo significativo na preparação da Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens para o Circuito Mundial de 2026. Os elogios à infraestrutura do campo e o espírito de equipe, que mescla experiência e juventude, solidificam a base para os desafios que virão. Com a liderança feminina de Crystal Kaua e o foco inabalável no retorno à 1ª Divisão, as Yaras demonstram determinação. A expectativa cresce para as três etapas do Circuito Mundial, culminando na emocionante fase final em São Paulo, que promete ser um marco para o rugby brasileiro. O apoio das cidades, como Barueri, é fundamental para o desenvolvimento contínuo do esporte e para que as Yaras alcancem seus ambiciosos objetivos.

FAQ

Qual o objetivo das Yaras no Circuito Mundial SVNS 2 de 2026?
O principal objetivo das Yaras é retornar à 1ª Divisão do rugby sevens mundial, enfrentando seleções como China, Espanha, Quênia, África do Sul e Argentina.

Quem comanda a Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens?
A Seleção Brasileira Feminina de Rugby Sevens é comandada pela neozelandesa Crystal Kaua, de 41 anos, a primeira mulher a liderar as Yaras.

Por que Barueri foi escolhida para a preparação das Yaras?
Barueri foi escolhida devido à excelente estrutura do seu Campo de Rugby, que oferece condições ideais para treinos de contato, especialmente porque o SPAC, em São Paulo, está em manutenção.

Quando e onde ocorrerão as etapas do Circuito Mundial SVNS 2?
As etapas ocorrerão em Nairóbi (Quênia) nos dias 14 e 15 de fevereiro, Montevidéu (Uruguai) em 21 e 22 de março, e a etapa decisiva em São Paulo (Brasil) nos dias 28 e 29 de março.

Acompanhe a jornada das Yaras e prepare-se para vibrar na etapa final do Circuito Mundial em São Paulo! Sua torcida faz a diferença na busca pelo retorno à elite do rugby mundial.

Fonte: https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br

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