A Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil e responsável pela Motiva Autoban, alcançou três reconhecimentos inéditos em sua estratégia de resiliência corporativa. A Companhia tornou-se a primeira da América do Sul a receber o Resilient Enterprise Award, concedido pela Disaster Recovery Institute (DRI) International, além de obter as certificações ISO 22301 e REAP (Resilience Assessment Program).
Essas conquistas atestam a robustez do Sistema de Gestão de Crises e Continuidade de Negócios da Motiva, reforçando sua capacidade de enfrentar cenários complexos, como eventos climáticos extremos e incidentes operacionais, assegurando a proteção das pessoas e a continuidade dos serviços essenciais.
Segundo Miguel Dau, diretor de Segurança Corporativa e Resiliência Empresarial da Motiva, “os reconhecimentos consolidam uma visão integrada de resiliência, que vai da prevenção à resposta, da continuidade de serviços à gestão de crises. Representam a maturidade do nosso sistema e comprovam o compromisso em preservar vidas, proteger ativos e garantir a prestação de serviços fundamentais à sociedade”.
O presidente da DRI Foundation, Al Berman, destacou que a Motiva é pioneira na América do Sul ao receber o prêmio, ressaltando o compromisso da Companhia com práticas globais de continuidade de negócios, recuperação de desastres e gestão de crises.
Gestão de Continuidade de Negócios
A avaliação da DRI International considerou critérios como governança, planejamento, testes e manutenção de planos, gestão de crises, comunicação e resposta a emergências. Diferente de outras empresas brasileiras que obtiveram a ISO 22301 em áreas específicas, a Motiva adotou uma abordagem holística, abrangendo todos os riscos prioritários e promovendo resiliência em todas as suas plataformas de negócio.
Pioneirismo em resiliência climática
Em 2024, a Motiva lançou sua estratégia de resiliência climática, incorporando variáveis de mudanças climáticas à gestão e ao planejamento de crescimento. A iniciativa inclui:
Mapeamento de riscos e impactos financeiros até 2050, alinhado às recomendações da TCFD;
Uso de relatórios climatológicos de curto e médio prazo, em parceria com a MeteoIA e Climatempo, para apoiar decisões operacionais e estratégicas;
Cooperação técnica com o Cemaden, integrando dados de sensores e câmeras da Motiva ao sistema nacional de monitoramento de desastres;
Elaboração de 5 mil planos de adaptação climática, garantindo que 100% dos ativos críticos estejam preparados até 2025.
Entre as medidas implementadas estão reforços em drenagem, adequações estruturais em trilhos e aeroportos, monitoramento de variáveis climáticas e protocolos operacionais preventivos, como interrupções de tráfego em trechos de risco.
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