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Arsenal supera Corinthians na prorrogação e garante primeiro Mundial Feminino

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Na tarde de um domingo histórico, 1º de fevereiro, o Emirates Stadium em Londres foi palco de um confronto épico que coroou o Arsenal como o primeiro campeão da Copa dos Campeões, o aguardado Mundial Feminino organizado pela FIFA. Em uma final eletrizante, as Gunners superaram o Corinthians, as Brabas do Timão, por um placar de 3 a 2 na prorrogação, em uma partida que demonstrou a crescente força e paixão do futebol feminino global. O embate foi marcado pela resiliência brasileira frente ao investimento e qualidade da equipe inglesa, proporcionando aos fãs um espetáculo inesquecível e um marco para a modalidade, que viu valores de premiação recordes distribuídos aos finalistas.

Um embate de gigantes no palco global

A final da Copa dos Campeões Feminina, disputada no imponente Emirates Stadium, não desapontou as expectativas de milhões de espectadores ao redor do mundo. Desde o apito inicial, a intensidade da partida foi palpável, com ambas as equipes buscando impor seu ritmo. O Arsenal, impulsionado por sua maior qualidade técnica e um investimento robusto no futebol feminino, tentava controlar a posse de bola e ditar as ações, enquanto o Corinthians, fiel à sua tradição de luta e superação, apostava na garra e na eficácia de suas jogadas. A atmosfera no estádio era de pura celebração do esporte, com torcedores vibrando a cada lance, cientes de que estavam presenciando um momento inaugural para o cenário mundial do futebol feminino. A relevância do evento, sendo o primeiro de tal magnitude chancelado pela FIFA, elevou ainda mais o peso de cada toque na bola e cada disputa.

Início eletrizante e gols no primeiro tempo

O primeiro gol do confronto não demorou a surgir, agitando as redes logo aos 14 minutos da etapa inicial. Após uma brecha na defesa corintiana, a jogadora Lelê conseguiu uma defesa crucial de um chute inicial da atacante Russo, mas não foi o suficiente para conter a sequência da jogada. No rebote, a experiente Smith estava atenta e não perdoou, mandando a bola para o fundo do gol e colocando o Arsenal em vantagem. A alegria das inglesas, no entanto, durou pouco. Com a tradicional combatividade que as caracteriza, as Brabas do Corinthians reagiram rapidamente. Aos 20 minutos, em uma cobrança de escanteio precisa de Andressa Alves, a capitã Gabi Zanotti subiu mais alto que a zaga adversária e testou para o gol. A goleira do Arsenal chegou a tocar na bola, mas ela já havia cruzado a linha antes mesmo de Belén Aquino completar o lance, confirmando o empate e incendiando ainda mais a partida. O restante do primeiro tempo foi marcado por diversas chances de ambos os lados, com a tônica de um jogo aberto e ofensivo, que terminou com o placar de 1 a 1, deixando o cenário completamente aberto para a etapa final.

Pressão inglesa e a resiliência brasileira

O segundo tempo do tempo regulamentar começou com um cenário já conhecido: o Arsenal mantendo maior posse de bola e criando as principais oportunidades de gol. A equipe inglesa demonstrava uma orquestração tática superior e uma incessante busca pelo gol da virada. A pressão surtiu efeito novamente aos 12 minutos da etapa final, quando Wubben-Moy, em uma jogada de bola parada, cabeceou com precisão para as redes, recolocando as europeias na frente, com o placar de 2 a 1. A partir daí, o Corinthians foi submetido a uma intensa pressão, tendo que se defender com bravura. No entanto, o espírito guerreiro das Brabas do Timão, uma marca registrada da equipe, veio à tona. As jogadoras resistiram à avalanche ofensiva do Arsenal e, em um lance de pura persistência, foram recompensadas nos acréscimos. Após revisão do VAR, um pênalti foi assinalado a favor do Corinthians. Aos 50 minutos do segundo tempo, a atacante Vic Albuquerque demonstrou frieza e categoria ao converter a penalidade, igualando o marcador em 2 a 2 e levando a decisão para a prorrogação, em um momento de pura emoção e drama para os torcedores de ambos os lados.

Prorrogação decisiva e recompensas recordes

A prorrogação da final foi um capítulo à parte, um verdadeiro teste de resistência física e mental para as atletas. Com o placar empatado em 2 a 2, a tensão era palpável, e qualquer erro poderia ser fatal. O cansaço começava a pesar, mas a vontade de erguer a taça impulsionava cada jogadora a dar o seu máximo. O nível técnico permaneceu elevado, com lances de perigo e defesas importantes, mostrando que o futebol feminino está em um patamar de excelência. A história estava sendo escrita a cada minuto extra, e a equipe que demonstrasse mais controle emocional e foco nos detalhes sairia vitoriosa.

O golpe final e o protagonismo de Foord

O momento decisivo da partida veio na prorrogação, em um lance de contra-ataque letal que selou o destino da Copa dos Campeões. Após uma perda de bola crucial no meio-campo por Duda Sampaio, jogadora do Corinthians, o Arsenal não perdoou. A equipe inglesa engatou uma transição rápida e incisiva, pegando a defesa corintiana desorganizada. Foord, com sua velocidade e precisão, aproveitou a oportunidade de forma magistral, desferindo um chute potente e certeiro que estufou as redes, definindo o placar final em 3 a 2. O gol foi um golpe duro para as Brabas, que lutaram até o último instante, mas não conseguiram reverter a desvantagem. Com o apito final, a festa foi das Gunners, que comemoraram seu primeiro título mundial da modalidade, um feito histórico que marca o início de uma nova era para o futebol feminino global.

Premiação histórica e o futuro do futebol feminino

Além da glória e da taça, a conquista do Arsenal na Copa dos Campeões Feminina veio acompanhada de uma recompensa financeira substancial. A equipe inglesa faturou 2,3 milhões de dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 11,9 milhões na cotação atual. O Corinthians, mesmo com a derrota, não ficou de mãos vazias, recebendo 1 milhão de dólares, cerca de R$ 5,2 milhões. Esses valores representam um recorde para a modalidade, estabelecendo um novo patamar de investimento e reconhecimento para o futebol feminino. A premiação robusta é um indicativo claro do crescente interesse e da profissionalização do esporte, atraindo mais talentos e recursos. A FIFA, ao organizar este torneio e oferecer tais incentivos, reforça seu compromisso com o desenvolvimento e a visibilidade do futebol feminino em escala global, prometendo um futuro ainda mais brilhante e competitivo para as atletas e para o esporte como um todo.

Conclusão

A final da Copa dos Campeões Feminina entre Arsenal e Corinthians foi mais do que apenas uma partida de futebol; foi um marco histórico que solidifica o futebol feminino no cenário esportivo global. A vitória do Arsenal, conquistada com grande mérito e uma performance consistente, e a resiliência inspiradora do Corinthians, as Brabas, sublinham o alto nível técnico e a paixão que caracterizam a modalidade. Este primeiro Mundial Feminino organizado pela FIFA não só estabeleceu novos recordes de premiação, mas também demonstrou o potencial ilimitado e a crescente base de fãs do esporte. O evento serviu como um testemunho vibrante da evolução do futebol feminino, pavimentando o caminho para futuras competições ainda mais grandiosas e inspirando uma nova geração de atletas e admiradores em todo o mundo.

Perguntas frequentes

Qual foi o placar final da partida entre Arsenal e Corinthians no Mundial Feminino?
O Arsenal venceu o Corinthians por 3 a 2 na prorrogação.

Onde e quando ocorreu a final da Copa dos Campeões Feminina?
A final ocorreu no Emirates Stadium, em Londres, no domingo, 1º de fevereiro.

Quais foram os valores da premiação para Arsenal e Corinthians?
O Arsenal recebeu 2,3 milhões de dólares (cerca de R$ 11,9 milhões), e o Corinthians ficou com 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,2 milhões).

Quem marcou os gols para o Arsenal e para o Corinthians na final?
Pelo Arsenal, marcaram Smith, Wubben-Moy e Foord. Pelo Corinthians, Gabi Zanotti e Vic Albuquerque.

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Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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