Barueri

XÔ MOSQUITOS

Febre amarela, dengue, Zika, Chikungunya? A única forma de evitá-los é combatendo o mosquito! Um único mosquito é capaz de infectar no mesmo dia 5 pessoas da mesma família. Sabemos, no momento só se fala em Febre Amarela, que é transmitida por um mosquito e não por macacos. Mas todas as outras doenças estão circulando por aí, por meio de mosquitos que encontram acomodação onde há água empossada, parada há vários dias. Os macacos, caro leitor, são tão vítimas como os humanos, na verdade, quando um deles é encontrado morto apenas indica que o mosquito está circulando naquela região, eles nos protegem porque é por meio deles que identificamos o problema.

Em relação a febre amarela, veja como a doença é transmitida:

A Febre Amarela é uma arbovirose, ou seja, uma doença causada por um vírus da família Flaviviridae, a mesma da Dengue e do Zika e transmitido por meio da picada de mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. A transmissão se dá exclusivamente pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, no ciclo silvestre, e Aedes aegypti, no meio urbano. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

 

Qual é a melhor forma de prevenção?

A principal medida preventiva é a imunização por meio da vacinação, que é altamente eficaz.

 

Quais são sintomas provocados pela febre amarela?

As manifestações mais leves da doença incluem febre alta de início súbito, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. Apesar de menos frequente, a forma mais grave da doença pode causar cansaço intenso, insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados) e hemorragias, podendo levar a morte.

 

Qual é o tratamento para a doença?

Ainda não existe um medicamento que atue diretamente no vírus, por isso, o paciente diagnosticado deve ser hospitalizado para tratar os sintomas com reposição de líquidos e monitoramento da atividade hepática e renal.

 

Existe alguma restrição?

Por se tratar de uma vacina de vírus vivo atenuado, existe um risco de complicações em pacientes mais vulneráveis. Fazem parte desse grupo: Gestantes. Mães que amamentam bebes com menos de 6 meses de idade (pois existe risco de transmitir o vírus pelo leite). Bebês com menos de 9 meses. Pessoas imunodeprimidas em razão de doença ou tratamento (quimioterapia, radioterapia, por exemplo). Alérgicos à proteína do ovo.

Vamos prevenir!

 

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