Barueri

Variante do coronavírus que se assemelha à da África do Sul é detectada no interior de SP

O governo de São Paulo confirmou, nesta quarta-feira (31), ter detectado no interior do estado um caso de uma variante do coronavírus que se assemelha à da África do Sul.

Nos laboratórios do Butantan, os cientistas analisam o material genético do coronavírus. As três variantes que mais preocupam o mundo são a do Reino Unido, a brasileira – chamada de P1 e identificada primeiro em Manaus -, e a da África do Sul.

Em São Paulo, no momento, a P1 é a que domina. Mas, nesta quarta, os pesquisadores informaram que foi identificada em Sorocaba, a 100 quilômetros de São Paulo, uma variante geneticamente igual à da África do Sul. Ela contaminou uma mulher de 34 anos, que não viajou, nem teve contato com ninguém que viajou, e está se recuperando bem da Covid.

Não há informação de que as variantes provoquem sintomas mais graves, mas elas são mais contagiosas e estão aparecendo rapidamente. “Acho que o ponto positivo do que a gente vêm vislumbrando é anteceder os fatos. Trazer, através da ciência, qual a próxima busca, qual o próximo estudo para que a gente consiga antecipar, o mais rápido possível, as necessidades em relação às vacinas”, explica Sandra Coccuzzo Sampaio Vessoni, pesquisadora do Instituto Butantan.

Depois da descoberta da variante, os próximos passos são tentar descobrir de onde ela veio, como chegou a Sorocaba, se mais pessoas estão infectadas, e acompanhar a evolução clínica dos pacientes.

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, diz que ainda não se sabe se a variante é a da África do Sul ou uma nova, surgida a partir de mutações da P1: “O Brasil, nesse momento, é considerado o celeiro de variantes. Se nós não conseguirmos controlar a transmissão viral, o aparecimento de variantes acontecerá cada vez mais frequentemente”.

Fonte: G1

 

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