Barueri

Morre menina de 11 anos atingida por carro alegórico no Rio

Morreu nesta sexta-feira (22) a menina de 11 anos atingida por um carro alegórico do Grupo de Acesso do carnaval do Rio.

Durante 36 horas a menina lutou pela vida. “Era uma criança como toda criança, que sonha, que brinca. Uma coleguinha chamou ela para ver o carro e Raquel foi”, conta Aline da Mota, amiga da família.

O estado de saúde de Raquel Antunes da Silva sempre foi considerado gravíssimo pelos médicos. Ela teve uma das pernas amputadas.

Nesta sexta-feira, a mãe da Rachel precisou de atendimento médico mais uma vez. Marcela Portelinha está grávida de três meses.

A Raquel foi imprensada entre um poste e um carro alegórico da escola Em Cima da Hora, do Grupo de Acesso do Rio, na quarta-feira (20) à noite. O acidente foi do lado de fora da Sapucaí, perto da dispersão. A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança na tentativa de esclarecer o caso.

Parentes e amigos da menina voltaram a reclamar da falta de apoio da escola.

“Eu acho desumano, desumano não comparecer ninguém aqui. Quando uma mãe perde, todas perdemos também”, diz Aline da Mota.

A pedido do Ministério Público, a 1ª Vara da Infância e da Juventude do Rio determinou a adoção de uma série de medidas para garantir a segurança de crianças e adolescentes nos desfiles e nos arredores do sambódromo. De acordo com a Justiça, todas as escolas de samba dos grupos de Acesso, Especial e mirins terão que fazer a escolta dos carros alegóricos até os barracões. A Polícia Militar e a Guarda Municipal também deverão estar presentes.

Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança e investiga o crime de homicídio culposo por imprudência, negligência e imperícia.

“O motorista do carro alegórico disse que não viu a ocorrência de crianças em cima do carro alegórico. E pelo que pude analisar, a princípio, pelo vídeo, havia várias crianças em cima do carro alegórico, não só a vitimada. Tão logo o inquérito tiver com todos os elementos, encaminharemos para avaliação da Justiça”, declara Aparecida Mallet, delegada responsável pelo caso.

 

Fonte: G1 – JN

 

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