Barueri

Estudante da Fieb de Barueri é selecionada para intercâmbio nos EUA

Na edição que marca os 20 anos do programa Jovens Embaixadores, Barueri pela primeira vez emplaca uma representante entre os 50 jovens que vão participar da iniciativa, promovida pela Embaixada e consulado dos Estados Unidos no Brasil. Estudante do ensino médio da Fieb (Fundação Instituto de Educação de Barueri), unidade Instituto Técnico de Barueri (ITB) Prof. Munir José, do Jardim Paulista, Jaqueline Marques de Souza, de 17 anos, foi selecionada pelo programa graças ao seu trabalho com um projeto de empreendedorismo voltado aos jovens.

O programa Jovens Embaixadores é bastante concorrido. Nesta última edição teve mais de seis mil adolescentes de todo o Brasil inscritos. Realizado desde fevereiro de 2002, os estudantes selecionados vão participar de um intercâmbio de duas semanas nos Estados Unidos, visitando a capital Washington (DC), onde participarão de oficinas sobre empreendedorismo e liderança, visitarão escolas e terão reuniões com representantes do governo. A viagem aos Estados Unidos está prevista para julho deste ano.

Visita à sede da ONU
A programação nos Estados Unidos é intensa. Segundo Jaqueline, o grupo dos jovens embaixadores vai conhecer a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), o departamento de Estado e pontos turísticos. Um dia do intercâmbio é destinado a visitar uma escola de ensino médio local.

A estudante de Barueri foi selecionada graças ao projeto criado por ela, o #foradacaixinha – parceria com o Clube do Empreendedorismo Juvenil -, iniciativa voltada aos estudantes dos ensinos fundamental e médio para que tomem contato tanto com a teoria quanto a prática no que diz respeito ao tema do empreendedorismo.

O Clube de Empreendedorismo Juvenil (CEJ) – Embaixada Fora da Caixinha (nome oficial da iniciativa de Jaqueline) busca promover o conhecimento técnico, estabelecer conexões e estimular habilidades entre os jovens sempre com o objetivo de projetar e implementar “soluções para resolver problemas sociais e econômicos na comunidade ou na sociedade em geral”. Para tanto, o clube faz conversas com empreendedores, dinâmicas de interação e concurso de ideias, na maioria mediadas por Jaqueline.

O projeto de Jaqueline, do terceiro ano do curso técnico em contabilidade, contou com o apoio da Fieb, dos professores e colegas de sala de aula. Foram vários encontros virtuais, feitos aos sábados, mediados pela estudante. Inspirada na própria estrutura do Jovens Embaixadores, o #foradacaixinha foi angariando participantes, que se tornam também “embaixadores” do projeto e já conta com 30 voluntários de várias regiões do país.

Inglês por conta própria
Um dos critérios de seleção do Jovens Embaixadores é que os escolhidos devem ser de baixa renda, como no caso de Jaqueline. Ela explica que aprendeu inglês “por conta própria” e hoje avalia seus conhecimentos na língua como intermediários: “mas me comunico de forma clara e entendo com facilidade”, diz.

O diretor pedagógico do ITB do Jardim Paulista, Ubirajara Messias Bispo, ressaltou que o tema do empreendedorismo está na grade escolar do instituto. “O projeto de Jaqueline é uma demonstração que veio ao encontro do que apresentamos em termos de conteúdo”, comentou o diretor.

Processos virtuais na pandemia
“Ficamos muito felizes com o projeto, ressaltando as dificuldades em ter sido desenvolvido no período da pandemia, por meio de processos virtuais, mas que integrou várias pessoas da comunidade escolar”, completou Bispo.

Foram os casos de Yasmin e Nalanda. “Participar do CEJ – Fora da Caixinha foi, sem dúvida, uma das melhores experiências que já tive. Os painéis e workshops serviram de fonte para diversos novos conhecimentos, como a formação do modelo de negócios, identificar oportunidades, marketing e branding, como desenvolver o empreendedorismo até mesmo em pequenas ações do dia a dia”, disse Nalanda Lima, uma das participantes do projeto.

“Participando dele desenvolvi muito minha capacidade de comunicação com as pessoas e o conhecimento com o mundo empreendedor. Cada atividade que tínhamos que fazer foi um aprendizado e tanto”, comentou Yasmin Mendonça, facilitadora e membro do CEJ.

 

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