Mira na Dengue - Barueri

4ª edição do Chá de Alices em Barueri valoriza a força feminina na pandemia

A Secretaria da Mulher de Barueri, no dia 2 de dezembro, promoveu a 4ª edição do encontro Chá de Alices, reunindo mulheres que são exemplos de superação e engajamento em suas áreas. O evento faz alusão ao conto infantil trazendo o conceito da determinação e força da personagem Alice.

 O encontro contou com apresentações da bailarina clássica Eduarda Nóbrega, do Grupo Meninas de Expressão e da musicista Andreza Luana da Paixão.

 “Quem é a mulher que quero ser? Não é fácil achar essa resposta, mas a pergunta é o início para chegarmos onde queremos. Por isso esse encontro é tão importante, para reconhecermos nossa força quanto mulheres”, disse a secretária da Mulher, Giani Cristina de Souza, anfitriã do encontro.

 O tema abordado foi sobre a pandemia. Em um formato dinâmico, o encontro, mediado pela jornalista e presidente do Conselho da Mulher, Fabíola Sarcinella, revelou a atitude das participantes diante da pandemia.

 

Solidariedade

A presidente do Fundo Social de Solidariedade Estrela Guia, Sônia Furlan, falou sobre a o engajamento social da cidade para lidar com a crise enfrentada no auge da pandemia.

 “Na pandemia, na parte social, por meio da Sads (Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social) e do Fundo Social, de 20 mil passamos a atender 35 mil famílias por mês. Em relação às pessoas em situação de rua, nós conseguimos abrigar essas pessoas, parte delas foram resgatadas através do programa Renascer. Estou muito orgulhosa do ser humano, da classe médica e da força do voluntariado”, disse Sônia.

A favor da ciência

A enfermeira Mônica Calazans, que foi a primeira pessoa a receber a dose da vacina contra a Covid-19 no país, foi uma das convidadas e relatou a importância do papel da ciência no combate ao vírus.

 “Fui criticada por tomar a vacina. Quando eu nasci, a primeira coisa que minha mãe fez foi me vacinar, ela não se preocupou com quem tinha feito a vacina porque ela queria me proteger. Na pandemia, diante de tantas perdas, não cabia o questionamento. O que vai salvar a população é a vacina”, reforça.

Fortalecendo vínculos

Para a coordenadora técnica do Cepac Barueri, Valéria dos Santos, o principal desafio da pandemia foi a manutenção dos vínculos de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

 “O nosso trabalho como agentes sociais é gerar valor humano que vai além dos benefícios oferecidos. E como fazer esse trabalho à distância? Fizemos um trabalho intenso para garantir a doação de alimentos por meio de uma corrente do bem, e depois fizemos um atendimento por telefone para saber se essa pessoa estava precisando de amparo”, conta.

Saúde mental

A psicóloga Dailza Pineda, que atua na UBS Elisabete Isilda Duleba, localizada no bairro Chácaras Marco, relatou o trabalho fundamental da Saúde Mental.

 “Sintomas como ansiedade, depressão e medo dispararam. A gente pode se fazer presente e com isso fomos criando uma relação de confiança com os pacientes. Às vezes ligávamos e a pessoa dizia: estou bem de saúde, mas estou sem cesta básica. Esse trabalho em rede foi muito importante”.

Linha de frente

A médica Monica Elvira Guimarães, que atuou na linha de frente no polo de referência de casos leves da Covid-19, valorizou o fluxo de atendimento da Saúde durante a pandemia.

 “Contar com um fluxo de atendimento no qual os resultados de exames que saíam no mesmo dia, como tomografia, por exemplo, tão importante para a tomada de decisão médica e ter recursos para ajudar no tratamento das pessoas foi maravilhoso”, revela a médica.

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